Investigação de óbitos por causas mal definidas: estratégia de fortalecimento da vigilância em saúde

Autores

  • Cristina Helena Camurça Correia Pinto
    • Maria Glêdes Ibiapina Gurgel
      • Maria Dalva Santos Alves
        • Maria Leonice de Lima Passos
          • Selma Antunes Nunes Diniz
            • Maria Rodrigues da Conceição

              Palavras-chave:

              Enfermagem, Epidemiologia, Mortalidade, Causas de Morte.

              Resumo

              Objetivou-se analisar a proporção de óbitos por causas mal definidas investigadas quanto ao atestante, faixa etária e local de ocorrência do óbito, no âmbito da Secretaria Executiva Regional VI- Fortaleza-CE, Brasil. Estudo transversal e descritivo, com abordagem quantitativa, cujos dados foram coletados no Sistema de Informação de Mortalidade. Verificou-se de 2003 a 2008, expressiva redução das causas mal definidas nas Declarações de Óbito. Em 2007 e 2008 a maioria dos óbitos por causas mal definidas foram procedentes do Serviço de Verificação de Óbito concentrados na faixa etária de maiores de 50 anos e com ocorrência no domicílio. Concluiu-se que as informações mais precisas da causa da morte expressas na declaração de óbito possibilitaram reflexão e planejamento da prática do enfermeiro e demais profissionais, gestores e controle social, pois permitiram elaborar indicadores epidemiológicos da situação de saúde, subsidio fundamental no processo decisório e na formulação de políticas públicas de saúde.

              DOI:https://doi.org/10.15253/2175-6783.20120004000017

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              Publicado

              2012-08-22

              Edição

              Seção

              Artigos de Pesquisa

              Como Citar

              1.
              Pinto CHCC, Gurgel MGI, Alves MDS, Passos ML de L, Diniz SAN, Conceição MR da. Investigação de óbitos por causas mal definidas: estratégia de fortalecimento da vigilância em saúde. Rev Rene [Internet]. 22º de agosto de 2012 [citado 15º de maio de 2026];13(4). Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/4051