Morte pediátrica no cotidiano de trabalho do enfermeiro: sentimentos e estratégias de enfrentamento

Autores

  • Jamila Vasquez Rockembach
  • Sidneia Tessmer Casarin
  • Hedi Crecencia Heckler de Siqueira

Palavras-chave:

Morte, Enfermagem, Saúde da Criança, Emoções.

Resumo

O objetivo deste estudo foi desvelar o significado que a morte pediátrica adquire no cotidiano de trabalho do enfermeiro. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, desenvolvido em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica de um Hospital Escola no interior do Rio Grande do Sul. Observou-se que, a morte é um evento freqüente, e considerado complexo por aqueles que estão envolvidos na assistência direta às crianças. O sentimento de impotência diante da morte provoca sofrimento no enfermeiro que lança mão da espiritualidade para o enfrentamento da situação. Conclui-se que, trabalhar com a morte na infância é uma situação árdua, uma vez que a formação do enfermeiro é voltada para salvar vidas e não para a familiarização com questões que envolvem a finitude humana, principalmente na infância. Vivenciar situação de morte na infância é uma tarefa difícil, para a qual o enfermeiro necessita estar preparado.

DOI:https://doi.org/10.15253/2175-6783.2010000200007

Downloads

Publicado

2010-04-14

Como Citar

Rockembach, J. V., Casarin, S. T., & Siqueira, H. C. H. de. (2010). Morte pediátrica no cotidiano de trabalho do enfermeiro: sentimentos e estratégias de enfrentamento. Rev Rene, 11(2). Recuperado de http://periodicos.ufc.br/rene/article/view/4525

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)