A natureza da alma como um intermediário

Autores

  • Hugo Filgueiras de Araújo Universidade Federal do Ceará
    • Iraquitan de Oliveira Caminha Universidade Federal da Paraíba

      DOI:

      https://doi.org/10.36517/arf.v6i12.19066

      Palavras-chave:

      Platão. Alma. Metaxú.

      Resumo

      O presente artigo apresenta uma reflexão acerca do discurso de Platão sobre a postulação de uma possível tese sobre a natureza da alma. O texto se dedica a elencar os argumentos do Fédon que considera a alma com uma realidade simples e a fim das uma das Formas, imutáveis, em contraposição aos discursos do Timeu e do Fedro com a tese da tripartição. Concluímos que para a solução do problema Platão sugere, nas entrelinhas dos textos em questão, que é a psykhé é um intermediário (metaxú) entre as Formas e alguns atributos da sensibilidade.

      Biografia do Autor

      • Hugo Filgueiras de Araújo, Universidade Federal do Ceará

        Doutor em Filosofia. Professor Adjunto da Universidade Federal do Ceará

      • Iraquitan de Oliveira Caminha, Universidade Federal da Paraíba

        Doutor em Filosofia. Professor da Universidade Federal da Paraíba

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      Publicado

      2014-07-01

      Edição

      Seção

      Dossiê Filosofia Antiga

      Como Citar

      Araújo, H. F. de, & Caminha, I. de O. (2014). A natureza da alma como um intermediário. Argumentos - Revista De Filosofia, 6(12). https://doi.org/10.36517/arf.v6i12.19066