Crenças no processo de ensino-aprendizagem de língua estrangeira/língua inglesa: um estudo de caso

Autores

  • Daniele Castro de Jesus SANTOS Graduanda do Curso de Letras Vernáculas com Língua Estrangeira Moderna/Inglês da Universidade Federal da Bahia (UFBA)
    • Elba Santana de SOUZA Graduanda do Curso de Letras Vernáculas com Língua Estrangeira Moderna/Inglês da Universidade Federal da Bahia (UFBA)
      • Samylle Bonfim SOUZA Licenciada e Bacharel em Língua Estrangeira Moderna/Espanhol e graduanda do Curso de Letras Vernáculas da Universidade Federal da Bahia (UFBA)

        DOI:

        https://doi.org/10.22168/2237-6321.2.2.1.135-154

        Palavras-chave:

        Crenças, Ensino-aprendizagem, Língua estrangeira.

        Resumo

        Resultado das inquietações acerca da melhor forma de aprendizado na qual creem graduandos de Língua Estrangeira, bem como os alunos de curso de idiomas, este trabalho tem por objetivo indicar as crenças e suas ações sobre o comportamento. Para tal serão apresentadas algumas das quais permeiam o ensino e aprendizagem de língua estrangeira, mais especificamente de Língua Inglesa, bem como aspectos concernentes a sua natureza. Como base teórica, foram utilizados estudos e pesquisas na área de ensino e aprendizagem de línguas com foco em crenças. Foram aplicados, para o estudo de caso, questionários aos alunos de Letras/Língua Estrangeira – Inglês, da Universidade Federal da Bahia, e alunos de cursos de idioma, juntamente com observações realizadas em sala de aula. Os resultados apontam que as crenças estão relacionadas à construção da aprendizagem tanto dos alunos de ensino superior (iniciantes e concluintes), como dos alunos dos cursos de idioma, influenciando tanto de forma positiva quanto negativa, ressaltando que elas possuem um papel fundamental no construto do aprendizado dos discentes.

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        Publicado

        07-06-2012

        Edição

        Seção

        Artigos - Linguística Aplicada

        Como Citar

        Crenças no processo de ensino-aprendizagem de língua estrangeira/língua inglesa: um estudo de caso. Entrepalavras, [S. l.], v. 2, n. 1, p. 135–154, 2012. DOI: 10.22168/2237-6321.2.2.1.135-154. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/entrepalavras/article/view/98876. Acesso em: 21 set. 2026.