Gramática, Senhora do destino
DOI:
https://doi.org/10.22168/2237-6321.3.3.1.218-229Keywords:
gramática, descrição, prescrição.Abstract
Com esse trabalho, propomo-nos a refletir sobre dois modos antagônicos de proceder aos estudos gramaticais. Se de um lado, deparamo-nos com uma abordagem tida como tradicional e marcada por uma prática prescritiva, desvinculada à realidade discursiva, do outro, encontramos uma abordagem preocupada essencialmente com o uso efetivo da língua e, por isso, atenta à heterogeneidade linguística e à riqueza de sentidos facultada pelos muitos empregos dos constituintes linguísticos. A partir da sensibilidade linguística de alguns cronistas, exporemos os procedimentos de ambas as abordagens e quais as consequências resultantes de cada uma das posturas. Assim, verificaremos a perspectiva prescritiva gerando uma prática excludente e limitadora, ao passo que na perspectiva descritiva, devemos nos deparar com uma prática libertadora e inclusiva.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Todos artigos são publicados sob os termos da licença Creative Commons Attribution (CC BY NC 4.0). Sob esta licença, os autores mantêm a propriedade dos direitos autorais de seu conteúdo, mas permitem que outros remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho para fins não comerciais, e, embora os novos trabalhos tenham de lhe atribuir o devido crédito e não possam ser usados para fins comerciais, os usuários não têm de licenciar esses trabalhos derivados sob os mesmos termos.


