Temporal and personal deixis in construction of argumentativity in opinion articles
DOI:
https://doi.org/10.22168/2237-6321-11413Keywords:
Referentiation. Argumentation. Deixis.Abstract
In view of language argumentation theory (DUCROT, 1987; ANSCOMBRE; DUCROT, 1988; FIORIN, 2016; CABRAL, 2017) and referetiation process (KOCH; MARCUSCHI, 1998; MONDADA; DUBOIS, 2003; CIULLA; SILVA, 2008), this paper aims as deictics process (BENVENISTE, 1976; MAALEJ, 2003; CASTILHO, 2010; SANTOS; MORAIS, 2017) temporal and personal are important components in distinct opinion article, revealing argumentative goals of enunciators. Thus, evaluating the different lexical choices in speech, we verified that referetiation, through deixis, is a important means to reveal argumentative marks, transfused axiological positions.
References
ANSCOMBRE, J. C. e DUCROT, O. L’argumentation dans la langue. Liège/Bruxelas: Pierre Mardaga, 1988.
APOTHÉLOZ, D. Papel e funcionamento da anáfora na dinâmica textual. In: CAVALCANTE, M. M. et al. (Orgs.). Referenciação. São Paulo: Contexto, 2003. p. 53-84.
BARBOSA, R. S. P. A fuga da contradição e a estratégia do vago: análise de trechos de uma entrevista política. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, Ilhéus, n. 7, p. 215-233, dez. 2014. Disponível em: <http://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/497/481>. Acesso em: 25 out. 2017.
BENVENISTE, E. Problemas de Linguística Geral I. São Paulo: Editora Nacional, 1976.
CABRAL, A. L T; SANTOS, L W. Dêixis pessoal e verbos na construção de um objeto de discurso argumentativamente orientado. Revista Conexão Letras, v. 11, n. 15, 2016, p.25-37.
CABRAL, A. L. T. Linguística textual e teoria da argumentação na língua: texto e língua em diálogo. In: CAPISTRANO JUNIOR, R.; LINS, M.; ELIAS, V. (Orgs.). Linguística textual: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Labrador, 2017. p. 239-262.
CASTILHO, A. T. de. Nova Gramática do Português Brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010
CAVALCANTE, M. M. et al. Dimensões textuais nas perspectivas sociocognitiva e interacional. In: BENTES, A. C.; LEITE, M. Q. (Orgs.). Linguística de texto e análise da conversação: panorama das pesquisas no Brasil. São Paulo: Cortez, 2010. p. 225-261
CAVALCANTE, M. M. Os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2012.
______ et al. Coerência e coesão. In: MARQUESI, S. C; PAULIKONIS, A. L; ELIAS, V. M. (Orgs). Linguística textual e ensino. São Paulo: Contexto, 2017. p. 91-107.
CIULLA E SILVA, A. Os processos de referência e suas funções discursivas: o universo literário dos contos. 2008. 205f. Tese (Doutorado em Linguística) – Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2008.
CORTEZ, S. L. Référenciation et construction du point de vue: l’établissement de la visée argumentative du texte. Lenguaje, Colombia, v.37, n.1, p. 95-109, Oct. 2009. Disponível em: <http://revistaingenieria.univalle.edu.co/index.php/lenguaje/article/download/4889/7027/0>. Acesso em 18 jul. 2017.
DUCROT, Oswald. O dizer e o dito. Campinas: Pontes, 1987.
FAIRCLOUGH, N. Discurso e mudança social. Brasília: Editora UNB, 2001.
FILLMORE, C. J. Lectures on deixis. Califórnia: CSLI Publications Stanford, 1997 [1984].
FIORIN, J. L. As astúcias da enunciação. 2. ed. São Paulo: Ática, 2001.
FIORIN. Argumentação. São Paulo: Contexto, 2016.
FONSECA, F. I. Dêixis, Tempo e Narração. Porto: Fund. Eng. A. de Almeida, 1992
KOCH, I. V; MARCUSHI, L. A. Processos de Referenciação na produção discursiva. Revista Delta [online]. São Paulo, v. 14, s/p. 1998. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-44501998000300012escript=sci_arttext>. Acesso em 01 dez. 2015.
KOCH, I. V. Desvendando os segredos do texto. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2003.
KOCH, I. V. As tramas do texto. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2014 [2008, Editora: Lucerna]
MAALEJ, Z. A. Framing and manipulation of person deixis in Hosni Mubarak’s last three speeches: a cognitive-pragmatic approach. Pragmatics, v.23, n. 4, p. 633-659, 2003.
MACHADO, G. S. A referenciação em Clarice Lispector: uma comparação entre contos adultos e infantis. 2016. 111 f. Dissertação (Mestrado em Língua Portuguesa) – Instituto de Letras, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016.
MATEU, V. J. A. Deíxis y conocimiento. Anales de filología hispánica, v. 5, p. 145-154, 1990. Disponível em: <http://revistas.um.es/analesfh/article/view/57701/55591>. Acesso em: 15 fev. 2017.
MONDADA, L.; DUBOIS, D. Construção dos objetos de discurso e categorização: uma abordagem dos processos de referenciação. In: CAVALCANTE, M. M. et al. (Orgs.). Referenciação. São Paulo: Contexto, 2003. p.17-52
MORAIS. M. A. Referenciação em campo: a construção de sentidos na notícia esportiva. 2017. 181 f. Tese (Doutorado em Letras Vernáculas) – Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017.
PERDICOYANNI-PALÉOLOGOU, H. Le concept d’anaphore, de cataphore et de déixis en linguistique française. Revue québécoise de linguistique. Montréal, v. 29, n. 2, p. 55-77, 2001. Disponível em: <https://www.erudit.org/en/journals/rql/2001-v29-n2-rql3575/039441ar.pdf>. Acesso em 18 abr. 2017.
PIRES, V. L.; WERNER, K. C. A dêixis na teoria da enunciação de Benveniste. Revista Letras, Santa Maria, n. 33, p. 145-160, Jul./Dez. 2006. Disponível em: <https://periodicos.ufsm.br/letras/article/view/11926/7347>. Acesso em: 21 nov. 2017.
SANTOS, L. W.; CAVALCANTE, M. M. Referenciação: continuum anáfora-dêixis. Revista Intersecções, São Paulo, v. 12, n. 1, p. 224-246, Mai. 2014. Disponível em: <http://www.portal.anchieta.br/revistas-e livros/interseccoes/pdf/interseccoes_ano_7_numero_1.pdf>. Acesso em 03 mar. 2017.
SANTOS, L. W.; MORAIS, M. A. Dêixis pessoal e temporal: aspectos sociointeracionais e sociodiscursivos. Revista Investigações, v. 30, n. 2, p. 38-64, 2017. Disponível em <https://periodicos.ufpe.br/revistas/INV/issue/view/2317/showToc>. Acesso em: 08 jan. 2018.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Todos artigos são publicados sob os termos da licença Creative Commons Attribution (CC BY NC 4.0). Sob esta licença, os autores mantêm a propriedade dos direitos autorais de seu conteúdo, mas permitem que outros remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho para fins não comerciais, e, embora os novos trabalhos tenham de lhe atribuir o devido crédito e não possam ser usados para fins comerciais, os usuários não têm de licenciar esses trabalhos derivados sob os mesmos termos.


