Forma e função no desenvolvimento fonológico: quando uma palavra é uma palavra

Autores/as

  • Maria de Fátima de Almeida Baia Professora adjunta na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
    • Jéssica Caroline Souza Aguiar Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

      DOI:

      https://doi.org/10.22168/2237-6321-11750

      Palabras clave:

      Desenvolvimento fonológico. Emergentismo. Funcionalismo.

      Resumen

      Neste estudo, com o intuito de discutir o pareamento de forma e função no desenvolvimento linguístico inicial, apresentamos o método proposto por Vihman e McCune (1994) para a categorização das produções iniciais do bebê na transição entre balbucio e palavras. Antes de apresentar o método, discutimos os modelos emergentistas/funcionalistas que norteiam o método proposto pelos autores, a saber, o modelo biológico de Locke (1993), o modelo de auto-organização de Kent (1984) e o modelo funcionalista de Bates e MacWhinney (1989). Após apresentar o método, por meio da análise de dados de transição de sete crianças, três da cidade de São Paulo e quatro da cidade baiana de Vitória da Conquista, exemplificamos os passos para categorização dos dados e observamos que o pareamento de forma e função ocorre após 1 ano e 7 meses. Por fim, discutimos a variabilidade inter e intradialetos no que se refere ao pareamento de forma e função no desenvolvimento linguístico inicial.

      Biografía del autor/a

      • Maria de Fátima de Almeida Baia, Professora adjunta na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
        Docente na UESB no Departamento de Estudos Linguísticos e Literários (DELL) e Programa de pós-graduação em Linguística, anteriormente professora substituta na UNESP de Assis (2012-2013). É doutora (2013), mestre (2008) e bacharel (2006) em Linguística pela Universidade de São Paulo (USP). Realizou estágio sanduíche na University of York (Reino Unido). No momento, faz especialização em Musicoterapia na FAC de Salvador. Atua principalmente nas seguintes áreas: fonologia, morfofonologia, desenvolvimento de língua materna, desenvolvimento de língua estrangeira, Musicoterapia, música para estimulação de fala (a)típica e psicolinguística, português como língua estrangeira (PLE) e estudos de Armênio. Coordena o GEDEF (Grupo de Estudos de Desenvolvimento Fonológico) na UESB e desenvolve pesquisa sobre desenvolvimento fonológico de crianças gêmeas, não gêmeas e bilíngues (adultos e crianças). 
      • Jéssica Caroline Souza Aguiar, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
        Mestranda no Programa de Pós-graduação em Linguística (PPGLIN) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

      Referencias

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      Publicado

      2020-04-28

      Cómo citar

      Forma e função no desenvolvimento fonológico: quando uma palavra é uma palavra. Entrepalavras, [S. l.], v. 10, n. 1, p. 166–189, 2020. DOI: 10.22168/2237-6321-11750. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/entrepalavras/article/view/99409. Acesso em: 21 sep. 2026.