Phonological processes for substitution or transformation in Amapá speech: a geossociolinguística approach
DOI:
https://doi.org/10.22168/2237-6321-21816Keywords:
Geolinguistics. Sociolinguistics. Geossociolinguistics.Abstract
The article aims to identify the phonological processes of substitution or transformation present in Amapá speaking from the database of the Atlas Linguistic Project of Amapá (ALAP). The description was made based on the postulates of Geossociolinguistics (RAZKY, 2010) that unites the methodological assumptions of Sociolinguistics with those of Geolinguistics. The methodology used corresponds to the parameters adopted by the ALAP project, with the selection of 10 locations in the state of Amapá, where 40 informants were interviewed. The phonetic items analyzed in this research were: assobio, passagem, homem, arroz, três, giz, caspa, paz, prateleira, caixa, tesoura, manteiga, ouvido, peixe, elefante, hóspede and muito. The results show the presence of the following phonological phenomena: degeneration, desnasalation, diphthongation, monotongation, metaphony and nasalation. Extralinguistic factors condition the presence of certain phonological phenomena in Amapá speech.
References
BISOL, L. (Org.). Introdução aos estudos da fonologia do português brasileiro. 4. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2005.
BOTELHO, J. M.; LEITE, I. L. Metaplasmos contemporâneos: um estudo acerca das atuais transformações fonéticas da Língua Portuguesa. In: Congresso de Letras da UERJ, 2., 2005, São Gonçalo. Anais do II CLUERJ-SG. São Gonçalo: UERJ, 2005. p. 1-12.
CARDOSO, S. Geolinguística: tradição e modernidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
CAGLIARI, L. C. Análise fonológica: introdução à teoria e prática, com destaque para o modelo fonêmico. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2002.
FERREIRA, C.; CARDOSO, S. A dialetologia no Brasil. São Paulo: Contexto, 1994.
GUEDES, R. J. C. Estudo geossociolinguístico da variação lexical na zona rural do estado do Pará. 2012. Dissertação (Mestrado em Letras) - Programa de Pós-Graduação em Letras - PPGL, Universidade Federal do Pará, Belém, 2012.
LAMPRECHT, R. R. et al. Aquisição fonológica do português: perfil de desenvolvimento e subsídios para terapia. Porto Alegre: Artmed, 2004.
MOLLICA, M. C.; BRAGA, M. L. (Orgs.). Introdução à sociolinguística: o tratamento da variação. 4. ed. rev. São Paulo: Contexto, 2017.
OTHERO, G. de Á. Processos fonológicos na aquisição da linguagem pela criança. ReVEL, Paraná, v. 3, n. 5, p. 1-13, 2005.
RAZKY, A. A dimensão sociodialetal do léxico no Projeto Atlas Linguístico do Brasil. Signum: estudos linguísticos, Londrina, n. 16/2, p. 247-270, dez. 2013.
RAZKY, A. Pour une approche géo-sociolinguistique de la variation phonétique. Lenguaje (Universidad del Valle), Colômbia, v. 38, n. 2, p. 313-330, 2010.
RAZKY, A; RIBEIRO, C. M. R; SANCHES, R. Atlas Linguístico do Amapá. São Paulo: Labrador, 2017.
SANCHES, R. Gambá ou mucura? Como falam os amapaenses. In: RAZKY, A.; LIMA, A.; OLIVEIRA, M.; SALVADOR, C.; SANCHES, R. (Org.). Variação e diversidade linguística. 1. ed. Belém: UFPA/Faculdade de Letras, 2019. v. 1. p. 19-28.
SILVA, F. M. Processos fonológicos segmentais na Língua Portuguesa. Revista Littera Online, São Luís, v. 2, n. 4, p. 72-88, 2011.
SILVA, T. C. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. 10. ed. São Paulo: Contexto, 2015.
STAMPE, D. A dissertation on natural phonology. 1973. Tese (Doutorado em Linguística), Programa de Humanidades e Artes, Universidade de Chicago, EUA, 1973.
YAVAS, M.; HERNANDORENA, C. L. M.; LAMPRECHT, R. R. Avaliação fonológica da criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Todos artigos são publicados sob os termos da licença Creative Commons Attribution (CC BY NC 4.0). Sob esta licença, os autores mantêm a propriedade dos direitos autorais de seu conteúdo, mas permitem que outros remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho para fins não comerciais, e, embora os novos trabalhos tenham de lhe atribuir o devido crédito e não possam ser usados para fins comerciais, os usuários não têm de licenciar esses trabalhos derivados sob os mesmos termos.


