O pretérito imperfeito do subjuntivo: da pesquisa para a sala de aula, uma aproximação

Autores/as

  • Graziela Jacques PRESTES Mestre em Línguística Aplicada pela PUC/RS, Doutoranda em Teoria e Análise Linguística pela UFRGS, Professora do Curso de Letras da UNISINOS

    DOI:

    https://doi.org/10.22168/2237-6321.2.2.1.62-86

    Palabras clave:

    Pretérito imperfeito do subjuntivo, Temporalidade, Modalidade.

    Resumen

    O presente trabalho objetiva apresentar uma releitura da discussão sobre a temporalidade e a modalidade do Pretérito Imperfeito do Subjuntivo (PIS). A análise da temporalidade é baseada na Teoria do Tempo Relativo, e a da modalidade, na distinção tríade entre factualidade, contrafactualidade e eventualidade (NEVES; SOUZA, 1999). Em estudo empírico de um corpus de língua escrita, Prestes (2003) encontrou um padrão no emprego do PIS, qual seja: PIS factuais tendem a ocorrer com eventos que expressam tempo passado (A novidade fez com que ganhasse corpo a ideia de...), contrafactuais, com eventos presentes (Não estivéssemos numa crise de liquidez...) e eventuais ou hipotéticos, com eventos futuros (Talvez os índios achassem atégraça...). Valendo-se desses resultados, apresentamos e discutimos atividades e tarefas elaboradas e aplicadas em sala de aula de português como língua estrangeira.

    Publicado

    2012-06-07

    Número

    Sección

    TEORIA E ANÁLISE LINGUÍSTICA (seção vária)

    Cómo citar

    O pretérito imperfeito do subjuntivo: da pesquisa para a sala de aula, uma aproximação. Entrepalavras, [S. l.], v. 2, n. 1, p. 62–86, 2012. DOI: 10.22168/2237-6321.2.2.1.62-86. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/entrepalavras/article/view/98881. Acesso em: 21 sep. 2026.