Grupo PX de rádio amador: prática, caminhoneiro e inusitado

Autores/as

  • Thiago André Rodrigues Leite Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Programa de Pós-graduação em Estudos Linguísticos (PPGEL)

    DOI:

    https://doi.org/10.22168/2237-6321.3.3.1.86-97

    Palabras clave:

    Teoria da Enunciação

    Resumen

    Abordo, neste artigo, alguns aspectos do grupo PX de rádio amador, aspectos esses relacionados à prática desse grupo, o qual é constituído, em sua maioria, por caminhoneiros, o que implica dizer que tal aparelho parece permitir uma espécie de fuga da solidão das e nas estradas para esses profissionais. No grupo PX, há um jargão próprio, o que não significa que não ocorra a emergência do aspecto lexical inusitado. Compreendo o inusitado relacionado a vocábulos ou expressões diferentes de vocábulos ou expressões esperados, conforme o jargão próprio e a própria cultura popular, em enunciação via rádio amador. Pelo fato de os operadores de rádio amador, os radioamadoristas, interagirem, geralmente, via codinomes, parece que há uma frequência significativa de aparecimento do inusitado, dada a questão da face protegida. Assim, procuro analisar, sob um viés enunciativo, a ocorrência de alguns aspectos lexicais inusitados. Para tanto, pauto-me em Saussure (2006), Benveniste (2006), Authier-Revuz (1990, 2004), entre outros.

    Publicado

    2013-05-31

    Número

    Sección

    Artigos - Práticas Discursivas

    Cómo citar

    Grupo PX de rádio amador: prática, caminhoneiro e inusitado. Entrepalavras, [S. l.], v. 3, n. 1, p. 86–97, 2013. DOI: 10.22168/2237-6321.3.3.1.86-97. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/entrepalavras/article/view/98988. Acesso em: 21 sep. 2026.