A construção do percurso tensivo no livro "O Conde de Monte Cristo"

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22168/2237-6321-22802

Palabras clave:

semiótica tensiva, O Conde de Monte Cristo, Romantismo, intensidade, tonicidade.

Resumen

Neste artigo, analisaremos a tradução de Herculano Villas-Boas (2017, 1ª edição) do livro O Conde de Monte Cristo, um romance clássico e renomado da literatura francesa, que foi escrito por Alexandre Dumas e publicado entre 1844 e 1846, em formato de folhetins diários. Como ferramental teórico e metodológico utilizaremos a semiótica tensiva, desenvolvida por Zilberberg, a partir das categorias ou valências que circunscrevem os eixos de intensidade e extensidade. Para isso, a análise se voltará para os percursos tensivos dos atores principais da obra, considerando, sobretudo, o andamento, a tonicidade, a temporalidade e a espacialidade dos acontecimentos decisivos e determinantes da história, tendo em vista como essa construção tensiva conduz as transformações basilares responsáveis pelo desenvolvimento e desencadeamento do romance. Como resultado central, pudemos constatar como os aspectos sensíveis, mais especificamente a intensidade tônica, é responsável por sensibilizar e atrair a atenção do destinatário leitor ao texto.

Biografía del autor/a

  • Jennyffer Stheffanny Pereira da Silva, Universidade de São Paulo - USP.
    Doutoranda em Linguística pela Universidade de São Paulo - USP e atua na área de Semiótica Discursiva sob orientação de Renata Mancini. É mestra pela mesma universidade, tendo sido orientanda de Diana Luz Pessoa de Barros.

Referencias

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Publicado

2024-09-17

Número

Sección

Artigos - Vária

Cómo citar

A construção do percurso tensivo no livro "O Conde de Monte Cristo". Entrepalavras, [S. l.], v. 14, n. 2, p. 86–107, 2024. DOI: 10.22168/2237-6321-22802. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/entrepalavras/article/view/99745. Acesso em: 21 sep. 2026.