Refugiados e fotografia

Uma análise iconológica das imagens de Alan Kurdi

Autores

  • Camila Magalhães de Holanda Universidade Federal do Ceará

    DOI:

    https://doi.org/10.36517/psg.v10i1.42220

    Resumo

    Este artigo é parte da pesquisa em desenvolvimento sobre o papel desempenhado pela fotografia e pela narrativa jornalística para a construção de realidades, símbolos e relações sociais. Neste primeiro momento, utilizamos a iconologia de Aby Warburg, segundo Didi-Huberman (2013), para reconhecer as remanescências temporais contidas nas imagens e, assim, perceber como as fotografias de Alan Kurdi, menino sírio encontrado morto na praia de Bodrum, Turquia, em 2015, nos afetam e se constroem como símbolo de uma situação. Nosso referencial teórico se fundamenta nos estudos de fotografia de Roland Barthes (1984) e Susan Sontag (2003; 2004).

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    Biografia do Autor

    • Camila Magalhães de Holanda, Universidade Federal do Ceará

      Camila Magalhães de Holanda é Jornalista e Mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM) da Universidade Federal do Ceará (UFC).

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    Publicado

    29-09-2019

    Edição

    Seção

    Dossiê Emerge

    Como Citar

    MAGALHÃES DE HOLANDA, Camila. Refugiados e fotografia: Uma análise iconológica das imagens de Alan Kurdi. Passagens: Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, v. 10, n. 1, p. 70–93, 2019. DOI: 10.36517/psg.v10i1.42220. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/passagens/article/view/42220. Acesso em: 28 maio. 2026.