Mais que um jogo

O consumo de bens virtuais por mulheres gamers

Autores

  • Adler Ariel Moreno Mendes Universidade Federal Fluminense
  • Andrea Meyer Landulpho Medrado Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.36517/psg.v10i1.42223

Resumo

Os games, na lógica contemporânea, abandonaram o tom de passatempo infantil, sendo praticados por todos os gêneros de diversas faixas etárias e camadas sociais. O machismo e a violência simbólica exercida contra mulheres gamers no jogo League of Legends será o objeto do presente artigo. Observaremos, através de entrevistas com cinco jogadoras de League of Legends, a relação entre o machismo e as motivações de consumo de bens virtuais entre jogadoras mulheres, explorando de que maneiras possuir skins é uma busca por status, uma busca pela autorrepresentação identitária, uma busca para se inserir dentro do grupo ou busca para fugir desse machismo.

Biografia do Autor

  • Adler Ariel Moreno Mendes, Universidade Federal Fluminense

    Publicitário formado pela Universidade Federal Fluminense, e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano (PPGMC) da Universidade Federal Fluminense, IACS-UFF.

  • Andrea Meyer Landulpho Medrado, Universidade Federal Fluminense

    Professora do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano (PPGMC) e do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense. Doutora em Estudos de Mídia pela University of Westminster. Realizou pesquisas de pós-doutorado pela Royal Holloway University of London. Co-investigadora da Rede E-Voices Redressing Marginality, com financiamento da Arts and Humanities Research Council (AHRC) do Reino Unido. Integrante do Grupo de Pesquisas EMERGE.

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Publicado

29-09-2019

Edição

Seção

Dossiê Emerge

Como Citar

MORENO MENDES, Adler Ariel; MEYER LANDULPHO MEDRADO, Andrea. Mais que um jogo: O consumo de bens virtuais por mulheres gamers. Passagens: Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, v. 10, n. 1, p. 109–119, 2019. DOI: 10.36517/psg.v10i1.42223. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/passagens/article/view/42223. Acesso em: 12 abr. 2026.