Mal dos trópicos

simbolismos da floresta como paisagem cinematográfica

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36517/psg.v11i2.60653

Resumo

 O artigo discute comparativamente representações da floresta em produções cinematográficas. A ideia é explorar alguns simbolismos associados ao espaço da floresta como paisagem no cinema – noções de ambiente sagrado, ou de uma “natureza pura” oposta à ideia ocidental de civilização, em última instância, idealização de um paraíso. Ou de maneira oposta, a floresta como lugar de forças desconhecidas e ameaçadoras, âmbito de uma lógica que não pode ser controlada pela racionalidade humana e suas tecnologias, ou mesmo a floresta pensada como ambiente capaz de liberar potencialidades e forças primitivas, que escapam a um ordenamento racional. Como aporte teórico, utilizaremos apontamentos de Cosgrove (2008), Nancy (2005), Schama (1996) e Lefebvre (2011).

Biografia do Autor

  • Ludimilla Carvalho Wanderlei, Universidade Federal de Pernambuco

    Doutoranda em Comunicação (PPGCOM/UFPE), especialista em Fotografia e Imagem. Produtora, roteirista e cineclubista.

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Publicado

31-12-2020

Edição

Seção

Artigos Livres

Como Citar

WANDERLEI, Ludimilla Carvalho. Mal dos trópicos: simbolismos da floresta como paisagem cinematográfica. Passagens: Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, v. 11, n. 2, p. 95–113, 2020. DOI: 10.36517/psg.v11i2.60653. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/passagens/article/view/60653. Acesso em: 12 abr. 2026.