ERUDIÇÃO MÚTUA E AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO

CONVERGÊNCIAS ENTRE ESPINOSA, PAULO FREIRE E BELL HOOKS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.36517/eemd.4896.97393

Palabras clave:

erudição mútua, afetividade, relacionalidade, potência de agir

Resumen

O artigo discute a noção de erudição mútua como chave para compreender o caráter afetivo e relacional da formação. A partir de Espinosa, mostra que a erudição não se reduz ao conteúdo aprendido, mas envolve o cultivo de si e a ampliação da potência de agir, favorecida por encontros que geram afetações recíprocas. A análise dialoga com Paulo Freire, cuja defesa de uma prática docente encarnada evidencia a importância ética e afetiva do encontro pedagógico. Em bell hooks, destaca-se a dimensão comunitária e libertadora da educação, fundada na reciprocidade. Ao articular esses autores, o texto afirma a mútua erudição como horizonte formativo.

Biografía del autor/a

  • Marcio Francisco Teixeira de Oliveira

    Doutor em Filosofia (PPGFIL-UERJ). Professor adjunto na Faculdade de Educação da UERJ. ORCID: https://orcid.org/0000-0001-6346-023X. Correio eletrônico: marcio.oliveira@uerj.br.

  • Naiely Vitória da Silva Pacheco

    Estudante de licenciatura na Faculdade de Filosofia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Bolsista PIBIC-UERJ. ORCID: https://orcid.org/0009-0009-4774-2216. Correio eletrônico: naielypacheco.uerj@gmail.com.

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Publicado

2026-07-20