ERUDIÇÃO MÚTUA E AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO
CONVERGÊNCIAS ENTRE ESPINOSA, PAULO FREIRE E BELL HOOKS
DOI:
https://doi.org/10.36517/eemd.4896.97393Palavras-chave:
erudição mútua, afetividade, relacionalidade, potência de agirResumo
O artigo discute a noção de erudição mútua como chave para compreender o caráter afetivo e relacional da formação. A partir de Espinosa, mostra que a erudição não se reduz ao conteúdo aprendido, mas envolve o cultivo de si e a ampliação da potência de agir, favorecida por encontros que geram afetações recíprocas. A análise dialoga com Paulo Freire, cuja defesa de uma prática docente encarnada evidencia a importância ética e afetiva do encontro pedagógico. Em bell hooks, destaca-se a dimensão comunitária e libertadora da educação, fundada na reciprocidade. Ao articular esses autores, o texto afirma a mútua erudição como horizonte formativo.
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