A derivação regressiva verbal em língua portuguesa segundo a tradição filológico-gramatical

Autores

  • João Batista Costa Gonçalves Universidade Estadual do Ceará (UECE); Última titulação: Pós-doutorado em Linguística (Universidade Federal do Ceará (UFC), 2016); Endereço de Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3777385545958082 http://orcid.org/0000-0002-4386-8809

    DOI:

    https://doi.org/10.22168/2237-6321-7esp1702

    Palavras-chave:

    Derivação regressiva verbal. Tradição filológico-gramatical. Síntese crítica.

    Resumo

    É propósito deste artigo organizar, de modo crítico, uma síntese sobre a chamada derivação regressiva em língua portuguesa de acordo com a tradição filológico-gramatical. A fim de apresentar, metodologicamente, uma exposição clara sobre o tema, mostraremos as várias formas como este fenômeno da morfologia derivacional foi encarado sob esta perspectiva de estudos. Do repasse histórico-crítico sobre a derivação regressiva verbal, podemos destacar algumas conclusões a que a pesquisa chegou, como, por exemplo, a tendência de, na tradição dos estudos filológicos-gramaticais, se acatar o nome como derivado e o verbo como derivante em pares como caçar/caça, fugir/fuga e escolha/escolher, sobretudo levando em conta dois critérios: a redução do corpo fonológico do vocábulo e a interpretação do nome como um substantivo abstrato de ação como derivado e o verbo como derivante. 

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    Publicado

    13-01-2020

    Como Citar

    A derivação regressiva verbal em língua portuguesa segundo a tradição filológico-gramatical. Entrepalavras, [S. l.], v. 10, n. 7esp, p. 32–48, 2020. DOI: 10.22168/2237-6321-7esp1702. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/entrepalavras/article/view/99436. Acesso em: 21 set. 2026.