A semiotic approach on the scientific dissemination
DOI:
https://doi.org/10.22168/2237-6321-21228Keywords:
Actes Sémiotiques. Scientific divulgation. Practice semiotics.Abstract
In this work, we propose to discuss the notion of genre from a semiotic point of view, based on the study of the Actes Sémiotiques (AS) journal, whose history is linked to the emergence of discursive semiotics in France. Our objective is to examine how this journal shapes the genre and the practice of scientific dissemination in the light of discursive and textual analysis criteria proposed by J. Fontanille for the study of the genre. Considering that scientific dissemination, as proposed by S. Grillo, is done through syncretic genres and, therefore, is formed by the link between verbal and nonverbal in the content plane and expression plane, we find in AS all the elements that characterize scientific dissemination (verbal textuality, diagramming, illustration, etc.). The AS’s case is exemplary of how the Internet as a support of scientific journals allows the construction of an enunciatee that not only reads, but practices the scientific activity: researches, crosses data and indexes authors and themes.
References
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. Trad. Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
CUNHA, A. G. Dicionário etimológico Nova Fronteira da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1982.
DONDERO, Maria Giulia. Sémiotique de l’image scientifique. Signata: PULg, n. 1, 2010, p. 111-175.
FAIRCLOUGH, N. Discurso e mudança social. Trad. Izabel Magalhães et al. Brasília: Editora [da] Universidade de Brasília, 2001.
FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 3ª. ed. Rio de Janeiro: Regis, 2004.
FIORIN, José Luiz. Elementos de análise do discurso. 14ª Ed. São Paulo: Contexto, 2008.
FONTANILLE, J. Le genre. In: Sémiotique et littérature: Essais de méthode. Paris: PUF, 1999, p. 159-187.
_____. Significação e visualidade – exercícios práticos. Tradução de Elizabeth B. Duarte e Maria Lilia D. de Castro. Porto Alegre: Sulina, 2005.
_____. Semiótica do discurso. Tradução Jean Cristtus Portela. São Paulo: Contexto, 2007.
_____. Pratiques sémiotiques. Paris: PUF, 2008.
_____. “Médias, regimes de croyance et formes de vie”. In: OLIVEIRA, A. C. (Ed.). Como interações sensíveis. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2012. p.131-148.
GREIMAS, A. J. Maupassant: a semiótica do texto: exercícios práticos. . Trad. Teresinha
Michels e Carmen Gerlach. Florianópolis: Editora [da] UFSC, 1993.
GREIMAS, A. J; COURTÉS, J. Dicionário de Semiótica. São Paulo: Contexto, 2012.
GRILLO, S. V. C. 2008. Gêneros primários e gêneros secundários no círculo de Bakhtin: implicações para a divulgação científica. Alfa: Revista de Linguística. São Paulo 52 (1): p. 57-79, 2008.
HJELMSLEV, L. Prolegômenos a uma teoria da linguagem. São Paulo: Perspectiva, 2006.
JABOBI, D. Textes et images de la vulgarisation scientifique. Berne: Peter Lang, 1987.
PORTELA, J. P. Semiótica midiática e níveis de pertinência. In: Diniz, Maria Lúcia Vissotto Paiva; Portela, JeanCristtus (org.). Semiótica e mídia: textos, práticas, estratégias. Bauru, SP: Unesp/Faac, 2008. p. 93-113
PORTELA, J. C; SCHWARTZMANN, M. N. A noção de gênero em semiótica. In: Portela, Jean Cristtus; Beividas, W.; Lopes, Ivã Carlos; Schwartzmann, Matheus Nogueira (Orgs.). Semiótica: Identidades e diálogos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. p. 69-98.
SCHWARTZMANN, M. N. Cartas marcadas: Prática epistolar e formas de vida na correspondência de Mário de Sá-Carneiro. Tese de doutorado. Araraquara, Faculdade de Ciência e Letras de Araraquara, Universidade Estadual Paulista, 2009.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Todos artigos são publicados sob os termos da licença Creative Commons Attribution (CC BY NC 4.0). Sob esta licença, os autores mantêm a propriedade dos direitos autorais de seu conteúdo, mas permitem que outros remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho para fins não comerciais, e, embora os novos trabalhos tenham de lhe atribuir o devido crédito e não possam ser usados para fins comerciais, os usuários não têm de licenciar esses trabalhos derivados sob os mesmos termos.


