Paradigma e progresso – uma questão sobre o desenvolvimento da teoria semiótica acerca das modalidades crer e saber

Autores/as

  • Eliane Domaneschi Universidade de São Paulo - USP

    DOI:

    https://doi.org/10.22168/2237-6321.4.4.2.23-43

    Palabras clave:

    Paradigma, teoria semiótica, historiografia linguística.

    Resumen

    Com base nas categorias metateóricas de “paradigma” e “progresso” como definidas por Thomas Khun em A estrutura das revoluções científicas, de 1962, este artigo toma como objeto de análise dois textos da teoria semiótica da Escola de Paris sobre as modalidades crer e saber: “Le savoir et le croire: um seul univers cognitif”, publicado em 1983 por Algirdas Julien Greimas; e “Reconnaissance de l’espace fiduciaire”, publicado por Claude Zilberberg em 1988. Por meio de uma visada historiográfica, propõe-se a leitura crítica desses textos com o objetivo de analisar e discutir o desenvolvimento e a evolução da semiótica acerca das referidas modalidades.

    Biografía del autor/a

    • Eliane Domaneschi, Universidade de São Paulo - USP
      Doutoranda em Semiótica e Linguística Geral na Universidade de São Paulo (USP), desenvolve pesquisa centrada na questão das modalidades crer e saber dentro da teoria semiótica de linha francesa. É mestre em Semiótica e Linguística Geral pela USP (2013) e bacharel em Letras, com habilitação em Linguística e Português, pela mesma instituição (2011).

    Publicado

    2014-12-28

    Número

    Sección

    Artigos - Práticas Discursivas

    Cómo citar

    Paradigma e progresso – uma questão sobre o desenvolvimento da teoria semiótica acerca das modalidades crer e saber. Entrepalavras, [S. l.], v. 4, n. 2, p. 23–43, 2014. DOI: 10.22168/2237-6321.4.4.2.23-43. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/entrepalavras/article/view/99012. Acesso em: 21 sep. 2026.