A abordagem processual da escrita na composição de legendas

Autores

  • Ana Katarinna Pessoa do Nascimento Universidade de São Paulo

    DOI:

    https://doi.org/10.22168/2237-6321.4.4.1.192-203

    Palavras-chave:

    Legendagem para surdos e ensurdecidos, Abordagem processual da escrita, Ato de redigir.

    Resumo

    O ato de redigir implica em realizar operações mentais de natureza conflitante, satisfazendo um grande número de exigências simultaneamente (Vieira, 2005). Essa é a chamada visão processual da escrita, que pode ser didaticamente decomposta em subprocessos (Hayes e Flower, 1980). A confecção de legendas para produções audiovisuais possui diversos parâmetros que devem ser seguidos pelo legendista sob pena de não conduzir uma tradução confortável aos olhos do espectador (Araújo, 2007), pois é necessário adequar a fala às limitações de tempo e espaço impostas pela produção audiovisual. Busca-se, portanto, com o presente estudo, compreender se essas operações mentais realizadas no processo de redigir podem também ocorrer na atividade de elaboração de legendas, a partir do esclarecimento dos processos nela envolvidos. Para tanto, elaborar-se-á a legenda do primeiro minuto do curta-metragem “Os filmes que não fiz”, de Gilberto Scarpa, segundo a abordagem processual da escrita.

    Biografia do Autor

    • Ana Katarinna Pessoa do Nascimento, Universidade de São Paulo
      Doutoranda do programa de Estudos da Tradução da Universidade pela São Paulo, Mestre em Linguística Aplicada pela Universidade Estadual do Ceará, graduada em Letras/Francês pela Universidade Estadual do Ceará.

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    Publicado

    16-05-2014

    Edição

    Seção

    Artigos - Linguística Aplicada

    Como Citar

    A abordagem processual da escrita na composição de legendas. Entrepalavras, [S. l.], v. 4, n. 1, p. 192–203, 2014. DOI: 10.22168/2237-6321.4.4.1.192-203. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/entrepalavras/article/view/99003. Acesso em: 21 set. 2026.