A PERCEPÇÃO DE TRABALHADORES TERCEIRIZADOS SOBRE AS PRÁTICAS DE GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS OFFSHORE DA REDE PETRO BACIA DE CAMPOS

  • Silvia Cecília Campos Lourenço
  • Lamounier Erthal Villela
  • Jorge Augusto de Sá Brito e Freitas
Palavras-chave: Redes Empresariais. Gestão de Pessoas. Empresas Offshore. Terceirização. Gestão do Conhecimento.

Resumo

Este artigo identifica a percepção que os trabalhadores queatuam nas empresas offshore da Rede Petro Bacia de Campostêm sobre a adoção de contratos por tempo determinadoentre a Petrobras e as empresas prestadoras de serviços. Para aextração das principais conclusões do presente trabalho,empregou-se a análise fatorial exploratória. As respostasobtidas pela aplicação de 169 questionários destacam que ocontrato firmado entre a Petrobras e suas prestadoras deserviços influencia positivamente a produtividade do trabalho.Os resultados indicam que a preocupação maior dos trabalhadoresnão está relacionada com os aspectos contratuais daRede, mas com os benefícios oriundos da adoção, induzidapela Petrobras, de políticas formais de recursos humanos. Taispolíticas são capazes de fomentar, nas prestadoras de serviçosque compõem a rede, uma sistemática de avaliação de desempenho;de programas de desenvolvimento técnico ecomportamental; de compartilhamento de conhecimentosentre os trabalhadores, e um programa de remuneração total(salários e benefícios) consistente com o mercado.

Biografia do Autor

Silvia Cecília Campos Lourenço
Mestre em Administração e Desenvolvimento Empresarial pela Universidade Estácio de Sá, Coordenadora da Agência deTalentos/Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora (Macaé/RJ)
Lamounier Erthal Villela
Doutor em Economia Aplicada pela Université Paris III, Professor do Programa de Mestrado em Administraçãoe Desenvolvimento Empresarial (MADE) da Universidade Estácio de Sá (UNESA)
Jorge Augusto de Sá Brito e Freitas
Doutor em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Professor doPrograma de Mestrado em Administração e DesenvolvimentoEmpresarial (MADE) da Universidade Estácio de Sá (UNESA).
Publicado
2008-01-01
Seção
Artigos