O Jogar como produtor de sentido no game Bloodborne

  • Durval Ramos Junior Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Resumo

Jogar não é apenas um apertar de botões de um controle em frente a uma tela, mas um processo significativo em que ser parte do jogo dá sentido à interação. A partir de uma exploração autoetnográfica pelo mundo do game e das noções de interação lúdica significativa e de caixa preta, este trabalho analisa como se dá a significação por meio da interação no caso do jogo Bloodborne, entendendo o papel de suas estruturas formais dentro da narrativa, como esses elementos se conectam para dar sentido e como essa inter-relação só existe a partir da semiose existente entre homem e máquina.

Biografia do Autor

Durval Ramos Junior, Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Mestre em Comunicação na linha de pesquisa Comunicação e Formações Socioculturais pela Universidade Federal do Paraná (PPGCOM/UFPR). Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela PUCPR (2011) e com especialização pela Universidade Positivo em Produção Avalização de Conteúdo para Mídias Digitais (2013) e Comunicação, Cultura e Interfaces (2016). Desenvolve pesquisa nas áreas de Imagem, com ênfase nas temáticas Games, Narrativa e Estrutura Mítica. (Texto informado pelo autor)

Publicado
2022-02-16
Como Citar
Ramos Junior, D. (2022). O Jogar como produtor de sentido no game Bloodborne. Passagens, 12(2), 97-122. Recuperado de http://periodicos.ufc.br/passagens/article/view/70872
Seção
Dossiê Semiótica e Culturas da Comunicação