Identificação da gravidade e do uso de intervenções em recém-nascidos com asfixia perinatal

Jéssica Lourenço Carneiro, Igor Cordeiro Mendes, Priscila Pereira de Souza Gomes, Edgla Graciela Ferreira Moreira de Brito, Cristiana Brasil de Almeida Rebouças, Ana Kelve de Castro Damasceno

Resumo


Objetivo: identificar a gravidade e o uso de intervenções em recém-nascidos com asfixia perinatal. Métodos: estudo documental, realizado com 48 prontuários de recém-nascidos com asfixia perinatal em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, baseado no sistema de escore para intervenção terapêutica neonatal. Dados analisados por meio de estatística descritiva e inferencial. Resultados: os recém-nascidos avaliados apresentaram complicações como infecção neonatal presumida (63,2%), insuficiência respiratória (59,1%), sepse (38,7%) e convulsão (39,7%). Durante a internação, 35,4% foram a óbito. As intervenções mais utilizadas foram transporte e sinais vitais (100,0%), ambiente termorregulado (97,9%), ventilação mecânica invasiva (91,6%), antibióticos (77,0%), intubação (75,0%), flebotomia (72,9%) e cateter venoso central (68,7%). Conclusão: a média de pontuação do escore Neonatal Therapeutic Intervention Scoring System foi de 19,9, sendo verificadas médias estatisticamente diferentes entre as categorias das variáveis Duração da internação, Desfecho clínico e Escolaridade da mãe.

Palavras-chave


Enfermagem Neonatal; Unidades de Terapia Intensiva Neonatal; Asfixia Neonatal; Neonatologia.

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