Indicadores de parto e nascimento de mulheres soropositivas para vírus da imunodeficiência humana

Régia Christina Moura Barbosa Castro, Silvia Maria Gomes, Ana Kelve de Castro Damasceno, Clara Viviane Gomes Bastos, Lorena Carlos Araújo, Tatiane da Silva Coelho

Resumo


Objetivo: avaliar os indicadores de parto e nascimento das parturientes soropositivas para vírus da imunodeficiência humana. Métodos: estudo documental realizado com 92 prontuários e fichas de investigação de mulheres soropositivas para vírus da imunodeficiência humana, com análise das variáveis sociodemográficas, obstétricas e neonatais. Utilizou-se o teste qui-quadrado para verificar associação entre as variáveis preditoras e desfecho. Resultados: as parturientes receberam profilaxias perinatais (77,2%) e no parto (91,3%); 52,2% realizaram sete consultas pré-natais. Quanto aos recém-nascidos, 8,7% nasceram prematuros, 18,5% com baixo peso e 92,4% receberam profilaxia com antirretroviral nas primeiras 24h do nascimento. Conclusão: a vulnerabilidade e o maior risco de adoecer ocorrem em adultos jovens, com escolaridade e nível socioeconômico baixos. O indicador de cobertura de gestantes necessita melhorar seus índices, uma vez que pouco mais da metade das mulheres realizou sete consultas pré-natais, impactando negativamente na evolução da gravidez com percentual de profilaxias na gestação abaixo do desejado.


Palavras-chave


Gravidez de Alto Risco; HIV; Gestantes; Indicadores (Estatística); Nível de Saúde.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15253/2175-6783.20181933605

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