Três vezes Zazie
DOI:
https://doi.org/10.22168/2237-6321.4.4.1.204-227Palabras clave:
Zazie, Queneau, Comparação de traduções.Resumen
O artigo tem por objetivo verificar quais os possíveis caminhos que podem ser trilhados pelo tradutor do romance Zazie dans le métro, de Raymond Queneau, e quais os desafios que o autor deixou para os tradutores, no momento de trazer ao leitor brasileiro o mundo maravilhoso de Zazie. O texto de Queneau tem uma linguagem que vai do francês formal ao francês oral, portanto, a tradução de um texto repleto de marcas de oralidade aparece como um grande desafio. Como Irène Monique Harlek Cubric e Paulo Werneck aceitaram essa difícil tarefa, a proposta feita aqui é de mais uma tradução, mas apenas de um trecho de Zazie dans le métro, acrescida de comentários sobre as dificuldades e descobertas que o tradutor pode vir a se deparar nessa tarefa. Para justificar teoricamente algumas escolhas da nova tradução, recorreu-se às considerações de Rosemary Arrojo, Lawrence Venuti, Marianne Lederer e Danica Seleskovitch, Heloisa G. Barbosa, além das contribuições de Michel Bigot e Stéphane Bigot a respeito da obra em análise.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Todos artigos são publicados sob os termos da licença Creative Commons Attribution (CC BY NC 4.0). Sob esta licença, os autores mantêm a propriedade dos direitos autorais de seu conteúdo, mas permitem que outros remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho para fins não comerciais, e, embora os novos trabalhos tenham de lhe atribuir o devido crédito e não possam ser usados para fins comerciais, os usuários não têm de licenciar esses trabalhos derivados sob os mesmos termos.


