Carro Rei
em Corpo e Território
DOI:
https://doi.org/10.36517/psg.v16i2%20especial.95208Palavras-chave:
cinema contemporâneo, corpo, território, Carro ReiResumo
A seguinte pesquisa investiga o filme pernambucano Carro Rei (2022), de Renata Pinheiro, a partir da conjunção de dois conceitos centrais: corpo e território. Primeiro, discutimos o que faz do espaço um território, pensando política e imaginário, com especial atenção às negociações, por vezes, contradições, que transparecem entre eles. Segundo, destacamos como o corpo também aparece assentado em tensionamento, entre o biológico e o tecnológico, o orgânico e o artificial. Assim, defendemos, de antemão, que o encontro desses dois, corpo e território, está mais para um confronto, mal resolvido, mas, decerto atraente, sobretudo, quando temos em mente a perceptível reorientação que Carro propõe: seja do imaginário nordestino sobre o qual se debruça, seja do gênero cinematográfico com o qual se articula.
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