Análise das condições potencialmente ameaçadoras de vida de mulheres em unidade de terapia intensiva

Alana Santos Monte, Liana Mara Rocha Teles, Camila Chaves da Costa, Linicarla Fabiole de Souza Gomes, Ana Kelve de Castro Damasceno

Resumo


Objetivo: descrever as principais condições potencialmente ameaçadoras de vida de mulheres internadas em uma unidade de terapia intensiva materna e a associação destas com as variáveis sociodemográficas e obstétricas. Métodos: estudo epidemiológico analítico transversal, realizado com 560 mulheres internadas em uma Unidade de Terapia Intensiva. Resultados: as condições mais prevalentes foram: utilização de hemoderivados e pré-eclampsia grave/eclampsia. Houve associação estatística entre mulheres procedentes da região metropolitana, na faixa etária de 20 a 34 anos e que tiveram um parto anterior. A mãe que teve alguma condição potencialmente ameaçadora de vida apresentou maior chance de ter filho com Apgar <7 no quinto minuto e com peso menor que 1.500g. Conclusão: prevaleceram a utilização de hemoderivados, seguida da pré-eclampsia grave e da eclampsia. Identificou-se forte relação entre a procedência, paridade e as condições potencialmente ameaçadoras de vida, bem como associação entre estas e os desfechos perinatais negativos.

Palavras-chave


Morbidade; Saúde Materna; Enfermagem.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15253/rev%20rene.v18i4.20225

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