Complicações micro e macrovasculares em pessoas com Diabetes Mellitus tipo 2 em atendimento ambulatorial

  • Valéria Cristina Delfino de Almeida Universidade Federal do Ceará
  • Samila Torquato Araújo Universidade Federal do Ceará
  • Francisca Diana da Silva Negreiros Universidade Federal do Ceará
  • Maria Isis Freire de Aguiar Universidade Federal do Ceará
  • Tatiana Rebouças Moreira Universidade Federal do Ceará
  • Ana Paula Plácido Crispim Universidade Federal do Ceará
Palavras-chave: Diabetes Mellitus Tipo 2, Complicações do Diabetes, Saúde Pública, Fatores de Risco, Atenção à Saúde.

Resumo

Objetivo: analisar os fatores relacionados às complicações micro e macrovasculares em pessoas com Diabetes Mellitus tipo 2. Métodos: pesquisa documental, com 134 prontuários de pessoas com Diabetes Mellitus tipo 2. Realizada análise estatística bivariada (Qui-quadrado de Pearson e teste de Fisher), com significância estatística se p<0,05. Resultados: a frequência de complicações microvasculares foi 50,7%, sendo a retinopatia a mais encontrada (61,7%). Houve associação estatística entre o grupo com mais de 10 anos de doença e a presença de retinopatia. A cardiopatia foi uma das complicações macrovasculares mais frequentes (69,0%). Quanto à utilização de insulinoterapia em monoterapia, houve significância na presença de nefropatia e doença vascular. Conclusão: resultados com significância estatística relacionaram o surgimento de complicações com o tempo de doença, destacando-se a presença de retinopatia diabética. Verificou-se que quanto menor a escolaridade, maior é o surgimento da doença vascular.

Biografia do Autor

Valéria Cristina Delfino de Almeida, Universidade Federal do Ceará
Enfermeira, graduada na Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza (FAMETRO). Especialista em Diabetes pelo programa de residência multiprofissional em atenção hospitalar à saúde (RESMULTI) do HospitalUniversitário Walter Cantídio (HUWC) da Universidade Federal do ceará (UFC).
Samila Torquato Araújo, Universidade Federal do Ceará
Possui graduação em Enfermagem pela Universidade de Fortaleza. Especialista emEnfermagem do Trabalho pela UECE. Mestre em Saúde Pública FAMED/UFC (2011).Doutoranda em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Ceará. Especialização em EnfermagemDermatológica pela Estácio FIC (em curso). Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio do Ceará (FIC - Via Corpvs). Enfermeiraeducadora em diabetes na Medtronic Comercial Ltda.
Francisca Diana da Silva Negreiros, Universidade Federal do Ceará
Possui Graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual do Ceará. Mestrado ProfissionalEnsino na Saúde, pela Universidade Estadual do Ceará, doutoranda pela Universidade Federal do Ceará. Enfermeira do Hospital UniversitárioWalter Cantídio (HUWC) e Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (HEMOCE).
Maria Isis Freire de Aguiar, Universidade Federal do Ceará
Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará - UFC. Especialista em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela Faculdade Laboro. Mestre e Doutora Professora do Departamento de Enfermagem, da Universidade Federal do Ceará. Professora da Disciplina Enfermagem do Adulto em Situações Clínicas e Cirúrgicas. Coordenadora da Liga Acadêmica de Enfermagem em Estomaterapia.
Tatiana Rebouças Moreira, Universidade Federal do Ceará
Enfermeira graduada pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Especialista em Diabetes pelo programa de residência multiprofissional em atenção hospitalar à saúde (RESMULTI) do HospitalUniversitário Walter Cantídio (HUWC) da Universidade Federal do ceará (UFC). Mestranda emCuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Servidora do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) da Universidade Federal do ceará (UFC).
Ana Paula Plácido Crispim, Universidade Federal do Ceará
Enfermeira, graduada na Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Especialista em Diabetes pelo programa de residência multiprofissional em atenção hospitalar à saúde (RESMULTI) do HospitalUniversitário Walter Cantídio (HUWC) da Universidade Federal do ceará (UFC).
Publicado
2018-01-09
Seção
Artigos de Pesquisa