Representações sociais de mulheres em situação de cárcere sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

Tatyana Ataíde Melo de Pinho, Antonia Oliveira Silva, Cláudia Jeane Lopes Pimenta, Maria Adelaide Silva Paredes Moreira

Resumo


Objetivo: compreender as representações sociais de mulheres em situação de cárcere sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Métodos: estudo qualitativo, realizado com 32 mulheres sentenciadas em um centro de reabilitação. Utilizou-se o Teste de Associação de Livre de Palavras, tendo como estímulos indutores “Vírus da Imunodeficiência Humana” e “Síndrome da Imunodeficiência Adquirida”. Dados processados pelo software EVOC e analisados à luz da Teoria das Representações Sociais. Resultados: os elementos do núcleo central da representação foram prevenção, medo, morte, doença e angústia; a periferia revelou facetas negativas quanto aos conteúdos. Conclusão: observou-se início de um processo de modificação nas representações sociais sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, tendo-se a incorporação de novos elementos, como a prevenção e a diminuição do sentimento de morte iminente.

Palavras-chave


Síndrome de Imunodeficiência Adquirida; Mulheres; Prisioneiros; Enfermagem.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15253/2175-6783.2018193280

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